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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Lenda da Peninha - Diogo Fernandes (5ºF)

"Conta-se que no reinado de D. João III, na terra de Almoínhos-Velhos, havia uma pastora muda que tinha o costume de levar as suas ovelhas a pastar ao cimo da serra. Certo dia, uma das suas ovelhas fugiu, deixando a jovem pastorinha desesperada em busca da tal ovelha.

Após longas buscas observou ao longe uma senhora que trazia consigo a sua ovelha. A pastorinha agradeceu muito da maneira que pôde, visto que esta não conseguia falar. A senhora, aproveitando a ocasião, pediu à pastorinha que lhe desse um pouco de pão. A pastora explicou-lhe, gestualmente, que esse ano tinha sido mau e havia muita fome. A senhora deu-lhe então um conselho:
- Quando chegares a casa chama pela tua mãe e procura pão.

A pastorinha tentou-lhe explicar que isso era impossível, pois para além de ter a certeza de não haver pão em sua casa, ela não podia chamar pela sua mãe, pois era muda. Mas a senhora tanto insistiu que a pastora decidiu fazer o que esta lhe dizia. Ao chegar a casa chamou por sua mãe e a sua voz fez-se ouvir em toda a sua casa.

Contou a história a sua mãe e apressou-se em procurar o pão. E qual não foi o espanto das duas quando dentro de uma arca encontraram pão que chegou para a aldeia inteira.
No dia seguinte, como prova de agradecimento, toda a aldeia subiu à serra e precisamente no sítio onde a pastorinha tinha encontrado a senhora, estava agora uma gruta com a imagem de Nossa Senhora.


Esse local passou a ser sagrado e mais tarde foi aí construída uma capela, conhecida por capela de Nossa Senhora da Peninha".
  
Fonte: cm_sintra.pt
Imagem(via geocaching.com)

A Lenda do Chá - Diogo Fernandes (5ºF)

Diz a lenda do chá que há muito tempo as pessoas morriam muito jovens. O imperador, Shen Nung, ao observar que em determinados locais as pessoas tinham uma vida mais longa, enviou mensageiros para descobrir porquê. Os homens concluíram que aqueles aldeões viviam mais porque tinham o hábito de ferver a água antes de bebê-la. Acreditando que a água fervida preservava a saúde, o imperador estabeleceu uma lei que obrigava toda a população a ferver a água que iriam beber. Certo dia, enquanto um serviçal fervia a água para o imperador, algumas folhas de um arbusto próximo, carregadas pelo vento, caíram na vasilha e, misturadas com a água fervente, exalaram um aroma irresistível. O imperador, atraído, pelo aroma, bebeu a infusão e achou que as folhas haviam sido enviadas como um presente dos deuses. Daí em diante, ele passou  a acrescentar as folhas do arbusto à água quente, criando assim o chá.
Fonte: espie.br
Imagem (via pt.dreamstime.com)

Lenda de Coruche - Diogo Fernandes (5ºF)


Segundo a lenda, o nome "Coruche" está relacionado com D. Afonso Henriques. Vindo de Santarém, o rei tinha como objectivo evitar que os Mouros dali fizessem uma base para a reconquista daquela grande cidade. Chegando ao local, no alto de dois pinheiros, viu pousadas corujas, que ficaram impassíveis diante da agitação dos soldados e do barulho das armas. "Acabámos de chegar à terra das corujas", exclamou então o monarca.
Conta-se também que a Igreja do Castelo foi construída no topo do monte por D. Afonso Henriques que a dedicou a Nossa Senhora do Castelo, a Santa protectora dos soldados. Durante a Guerra Colonial muitos foram os soldados que aí rezaram à Virgem, deixando as suas fotografias e fazendo promessas a pedir para regressarem salvos e capazes de cuidar dos seus filhos.
Fonte: festasdecoruche.com