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quarta-feira, 5 de junho de 2013

terça-feira, 4 de junho de 2013

Atividades do Clube de Astronomia

 
Convite
 
Encontro de Astronomia em Coruche
 
 
Dia: 8 de junho de 2013
 
Local: Frazão -cerca de 10 km a Norte da vila de Coruche
                      (coordenadas: N39º01'46,0"; W08º28'09,7")
 
Horário:cerca das 21:30h
 
Dinamizador: Clube de Astronomia do Agrupamento de Escolas de Coruche
 
           Compareçam, tragam os amigos e família.
 
À semelhança dos anos anteriores teremos em Coruche mais um encontro de astronomia no próximo dia 08 de junho (sábado).
É um encontro de astrónomos de todo o país e dirigido a todos os visitantes. Teremos vários telescópios e vários especialistas em Astronomia.
A atividade é promovida pelo Clube de Astronomia do  Agrupamento de Escolas de Coruche com a colaboração da Câmara Municipal de Coruche http://www.cm-coruche.pt/eventos/item/836-astrocoruche.
O encontro será junto ao edifício da antiga Escola Primária de Frazão, cerca de 10 km a Norte da vila de Coruche cerca das 21:30(coordenadas: N39º01'46,0"; W08º28'09,7").
É um local com bom céu (cerca de 21,3 mag/arcsec^2).
A frequência do evento é perfeitamente livre, para todo o público e pode ser também um local óptimo para obter informações sobre telescópios para quem pondera comprar um, ou um local para partilha de conhecimentos na sua utilização.
Para qualquer esclarecimento estarei disponível no email jacinto.castanho@sapo.pt ou no telefone 966473782.

 


terça-feira, 28 de maio de 2013

Mia Couto ganha a 25ª edição do Prémio Camões



Mia Couto é o vencedor da 25.ª edição do prémio, que distingue um autor da literatura portuguesa.
O Prémio Camões foi criado em 1988 por Portugal e pelo Brasil para distinguir um autor de língua portuguesa que, "pelo valor intrínseco da sua obra, tenha contribuído para o enriquecimento do património literário e cultural da língua comum".


 

       Livros do Autor, disponíveis nas BE, para empréstimo domiciliário




sexta-feira, 17 de maio de 2013

Concurso Nacional de leitura – Fase Distrital


  Um a experiência sem igual!


No passado dia 30 de Abril, realizou-se em Torres Novas a fase distrital do concurso nacional de leitura – 2013. Como em anos anteriores, o Agrupamento de Escolas de Coruche participou com os seus alunos que foram selecionados através de uma fase-escola que selecionou apenas três representantes, tanto do ensino básico como do ensino secundário. Em representação do ensino básico foram selecionadas as alunas Maria Coutrim, Madalena Pascoal e Cláudia Sacramento. O ensino secundário foi representado pelas alunas Teresa Parreira, Juliana Carlota e Ana Godinho.
            A fase distrital foi dividida em duas eliminatórias distintas – uma escrita e outra oral. Em ambas foram avaliados os conhecimentos acerca das obras anteriormente escolhidas. Porém, para a fase oral foram apenas escolhidos os seis melhores alunos da fase escrita de entre todos os representantes das escolas do distrito selecionados.
            A esta última decisiva e temida fase apenas passou uma aluna do nosso agrupamento, a Juliana. Esta, por sua vez, deu o seu melhor na eliminatória oral perante toda uma plateia recheada de alunos e professores das várias escolas do distrito de Santarém, respondendo a uma questão geral sobre um dos livros e também fazendo uma leitura expressiva de um excerto do mesmo livro. Debaixo de pressão e um nervosismo inigualável, a Juliana respondeu à questão “De que forma este livro te tornou uma melhor leitora?” da melhor forma possível. No entanto, apenas passou à fase final a melhor e, infelizmente, já não foi possível alcançarmos esta meta.
            Depois desta experiência, todas nós desejamos voltar a participar neste concurso até mesmo quem já, infelizmente, não poderá, como a Ana, pois frequenta o 12º ano. No geral, todas retiramos vantagens nesta participação, tanto a nível profissional como pessoal.

Os livros foram, neste concurso, os nossos melhores amigos e com eles vivemos experiências inesquecíveis. Para além do conhecimento literário que nos transmitiram, transformaram-nos em melhores pessoas, através das suas personagens especiais que nos acompanharam numa viagem por entre as suas experiências que, posteriormente, se tornaram também as nossas experiências.
De salientar e para finalizar, devo dizer que este concurso foi promovido e apoiado pela Rede de Bibliotecas Escolares e, por coincidência ou não, ou até devido à crise económica por nós sentida, a maior parte dos livros lidos para este concurso foram, todos eles, provenientes das bibliotecas tanto escolares como municipais.

Juliana Jacob Carlota

Convite: Um Poema na Vila




quinta-feira, 9 de maio de 2013

Quinta-feira da Ascensão-Dia da Espiga


Quinta-feira da Ascensão é uma festa religiosa católica. Há locais onde é mesmo um dia feriado.

 Neste dia celebra-se a Ascensão de Jesus ao Céu, depois de ter sido crucificado e de ter ressuscitado (A Ressurreição é o que a Páscoa celebra).
A Ascensão ocorre cerca de quarenta dias depois da Páscoa, e é sempre a uma quinta-feira. Também, sempre nessa data, celebra-se o Dia da Espiga ou Quinta-feira da Espiga.

Tradicionalmente, de manhã as pessoas vão para o campo apanhar a espiga e outras flores campestres.Com elas, formam um ramo com: espigas de trigo, folhagem de oliveira, malmequeres e papoilas. O ramo pode também incluir centeio, cevada, aveia, margaridas, pampilhos, etc.

Cada elemento simboliza um desejo:
- A espiga = que haja pão (isto é, que nunca falte comida, que haja abundância em cada lar)

- O ramo de folhas de oliveira = que haja paz (lembra-te que a pomba da paz traz no bico um ramo de oliveira) e que nunca falte a luz (divina). (Dantes as pessoas alumiavam-se com lamparinas de azeite, e o azeite faz-se com as azeitonas, que são o fruto da oliveira.)


- Flores (malmequeres, papoilas, etc.) = que haja alegria (simbolizada pela cor das flores - o malmequer ainda «traz» ouro e prata, a papoila «traz» amor e vida e o alecrim «traz» saúde e força)


O ramo é guardado ao longo de um ano, até ao Dia de Espiga do ano seguinte, pendurado  algures dentro de casa.
Acredita-se que este costume, que surge mais no centro e sul de Portugal, nasceu de um antigo ritual cristão, que era uma bênção aos primeiros frutos.
No entanto, por ter tanta ligação com a natureza, pensa-se que vem bem mais de trás no tempo, talvez de antigas tradições pagãs associadas às festas da deusa Flora que aconteciam por esta altura e às quais se mantém ligada à tradição dos Maios e das Maias.
 Atualmente, este dia continua a ser comemorado em algumas zonas do país, mas na maior parte das localidades, só os mais velhos sabem o seu significado.
Para que estas tradições não caiam no esquecimento é preciso divulgá-las e preservá-las, contribuindo desta forma para a construção da nossa memória coletiva.